fev
08
Retorno de Robinho devolve confiança ao time
Esportes
Postado por:
Paulo Rogério - Repórter da Editoria de Esportes
- 08/02/2010
De modo geral, o torcedor do Santos estava confiante com a volta de Robinho. Havia uma esperança de vê-lo reeditar o futebol que encantou até torcedores de outros clubes.
Mas é inegável que havia certa desconfiança. Robinho estaria em forma? Mostraria logo a magia de seu futebol?
Quando Dorival Júnior convocou o jogador para entrar em campo, a ala santista das arquibancadas da Arena Barueri explodiu. O jogo estava empatado, nervoso, e Robinho veio como o possível herói.
Aos 26 anos, mais experiente e nem um pouco afoito, Robinho jogou com calma, parecia saber que poderia mudar a história. Tentou por duas vezes, concluindo excelentes jogadas, que resultariam em golaços. Mas o melhor estaria por vir: após o cruzamento de Wesley ele apareceu livre, era só tocar para o gol. Mas Robinho gosta de ir além e o toque de letra deixou Rogério Ceni ajoelhado no chão.
Robinho, então, comemorou muita coisa ao mesmo tempo: o gol, a vitória do Santos e a volta em grande estilo. dizendo duas coisas ao mesmo tempo. A primeira foi: "Torcida santista, vem mais por aí". E a segunda foi: "Dunga, estou aqui".
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fev
05
Longe de um consenso
Brasil
Postado por:
Giselda C. Braz - Editora Brasil/Mundo
- 05/02/2010
A relação gays e serviço militar ainda permanece longe de um consenso. Não só no Brasil, mas no mundo. Na Europa, 17 países aceitam homossexuais nas Forças Armadas, enquanto dez, não. E, nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama promete trabalhar no sentido de rever as regras atuais que proibem gays em suas tropas.
No Brasil, o assunto voltou com força depois que o general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, candidato a uma vaga no Superior Tribunal Militar (STM), defendeu, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, a incompatibilidade entre o homossexualismo e a atividade militar.
Não adiantou muito seu esforço em demonstrar que não é contra o indivíduo ser gay. A reação foi imediata e causou divisões até mesmo entre os senadores. Qualquer brasileiro com um mínimo de informação sabe que os militares, enquanto estiveram no poder, representaram um passo atrás em termos de liberdades individuais no País, talvez por isso a declaração de Cerqueira Filho tenha ganhado tanta repercussão.
O general argumentou que a vida militar é revestida de características que não se ajustam a homossexuais, porque precisam ter voz de comando e inclusive entrar em combates.
A polêmica começou na própria CCJ. Enquanto o senador Romeu Tuma saiu em defesa do general, afirmando que ele não pode ser retaliado por ter manifestado opinião sincera, o senador Educado Suplicy se adiantou em pedir novos esclarecimentos.
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, tentando amenizar a situação, disse ontem que o Governo brasileiro, a exemplo do norte-americano, está debatendo a admissão de homossexuais nas Forças Armadas e que não será influenciado pela posição de Cerqueira Filho.
Diante disso, vale se questionar: Não seria o caso de cada indivíduo ter o direito de escolher, por conta própria, se quer ou não ingressar nas Forças Armadas, já que todos estão cientes do que terão de enfrentar?
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fev
04
Burocracia no financiamento habitacional
Economia
Postado por:
Marcelo Eduardo - Repórter da Ed. Economia
- 04/02/2010
Uma onda de boatos tomou conta em janeiro dos empréstimos habitacionais da Caixa Econômica Federal em Santos. Trabalhadores que entregavam documentos e concluíam o trâmite burocrático para obter a carta de crédito não conseguiam ver a cor do dinheiro. Apesar de tudo concluído, o banco não liberava os recursos para os proprietários.
Com poucas informações convincentes, compradores, vendedores e intermediários, os corretores de imóveis, começaram a defender as mais diversas teses sobre a paralisação da liberação dos recursos. Desde que o dinheiro simplesmente acabou até a preferência do Governo em abastecer com mais recursos o Minha Casa, Minha Vida, programa habitacional de alta visibilidade eleitoral.
Procurada por A Tribuna, a Caixa se explicou que a confusão se deve à burocracia. Os
recursos dos financiamentos bancados pelo FGTS dependem de uma dotação orçamentária. Neste caso, houve um atraso de 15 dias, no começo de janeiro, por parte do Conselho Curador do FGTS para definir o orçamento a ser reservado à Baixada Santista. De acordo com a Caixa, o trâmite já foi resolvido e os novos mutuários serão atendidos logo.
Se a burocracia do Conselho Curador não pode ser evitada, pelo menos que a Caixa informe rapidamente seus funcionários para que estes saibam dar detalhes corretamente aos trabalhadores.
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fev
03
Por mais proteção, segurança pública deve mudar sua política
Baixada Santista
Postado por:
Paulo Alves - Editor Baixada Santista
- 03/02/2010
Ano eleitoral costuma servir principalmente para a entrega de obras. Algumas anunciadas assim que se toma posse e que só acabam e são entregues perto de se tentar a reeleição ou novo voo eleitoral. A maioria de nossos políticos deve lamentar o fato da construção civil não resolver todos os problemas da sociedade. É o caso da segurança pública. Não existe obra a ser entregue capaz de dar ao cidadão o sentimento de que o Estado se faz presente e zela por sua proteção. É preciso uma ação humana.
Os números do crescimento da violência em nossa região gritam pela necessidade de mudança na política de segurança pública. Talvez seja o caso de rever a estratégia de se deixar uma viatura parada na rua, onde carro e policiais permanecem imóveis, mesmo que o crime denunciado tenha acontecido algumas quadras ao lado. Infelizmente o levantamento não faz relação entre os crimes e as drogas, o que seria importante porque os consumos de cra ck, maconha e cocaína se tornaram tão banais quanto a própria violência. E todos sabem que ambos caminham de mãos dadas.
O consumo de maconha na orla e pelos canais é visível e de conhecimento público. E esses locais somente se consolidaram como pontos de encontro de viciados devido a tolerância policial. Falta uma ação mais ostensiva, interpelar os pedestres, blitz em veículos. Ações que não podem ser isoladas, devem ser contínuas. A operação verão aumentou o número de policiais, mas nem por isso diminuiu ou mudou os lugares onde se sente o cheiro de maconha. Se qualquer pessoa que caminha pela manhã na praia sente, será que só a narina do policial não percebe?
E tem mais, não é uma explicação por parte da Secretaria de Segurança Pública que vai dar ao cidadão a sensação de estar protegido.
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fev
02
PROJETO DE LEI VISA ELIMINAR POLUIÇÃO VISUAL EM SANTOS
Baixada Santista
Postado por:
Francisco Aloise - Editor Baixada Santista
- 02/02/2010
Que Santos é uma cidade bonita ninguém pode duvidar ou contestar. Mas, a exemplo de outras cidades, vem sendo há muito tempo castigada duramente em sua beleza pelas mais variadas propagandas colocadas em diversos locais, alguns até históricos, numa clara e autêntica poluição visual que esconde o que é belo.
E não é só por isso não.
Tem que existir bom senso e locais determinados para a publicidade estipulando inclusive o seu tamanho, pois do jeito que está, não há limite que impeça o crescimento desordenado das propagandas em tudo quanto é local da cidade , sem contar as que já existem em carros, postes e até em ônibus urbanos, numa autêntica poluição visual móvel.
São Paulo deu exemplo e minimizou bem esse problema. Agora é a vez de Santos, através de projeto de lei enviado à Câmara pelo Prefeito João Paulo Papa.
A Tribuna publica hoje a reportagem sobre o assunto : Ordenar a publicidade externa e impor limites aos excessos gerados pela poluição visual comum aos grandes centros urbanos. Esse é o principal objetivo do projeto de lei que regulamenta a paisagem urbana, elaborado pelo Executivo e encaminhado ontem à Câmara.
"Santos é uma Cidade bonita, harmônica em sua paisagem urbana, e nós devemos fazer de tudo para manter essa harmonia. A publicidade externa é necessária, tem a sua função, mas é preciso disciplinar", disse o prefeito João Paulo Papa".
O projeto de lei municipal é semelhante à legislação em vigor em São Paulo desde janeiro de 2007, denominada Cidade Limpa, que proíbe todo tipo de publicidade externa, só que um pouco menos rigoroso. "Houve uma descaracterização muito intensa do espaço urbano da Capital a ponto de terem que estabelecer uma norma proibindo tudo", lembrou o prefeito.
Compete a você leitor, analisar a questão.
De minha parte, acredito que esse passo é muito importante pois pode gerar um outro que é coibir a poluição sonora com carros de som vendendo e ou anunciando os mais variados produtos, em alto volume e em qualquer horário. Haja paciência para suportar esse problema. Quem sabe e, caso de certo, o Poder Público possa dar o passo seguinte, que é regulamentar essa questão.
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